quarta-feira, agosto 30, 2006

A ausência me fez voltar.

Muita gente adora dizer que a vida é cíclica. Algumas vezes concordo, outras não. Esta, em especial, não vou concordar.

Minha defesa já começa pelo fato de que não esperamos nove meses para morrer. Mas isso é filosófico demais para este post.

Mas voltando aos ciclos da vida e já que não concordo com isso no momento, vou chamar de fases. Estou numa fase de transição, de alguns lados para melhor e de outros para diferente – ainda bem que não tenho aversão à novidade.

Andei afastado daqui e ainda não sei se foi abandono ou lapso, como me perguntou minha amiga Cá, mas voltei. Voltei e prometo trazer novidades boas em breve.

quinta-feira, agosto 10, 2006

A corda do sonho.

Sonhei que tava amarrado e desmaiado. Baita sensação ruim. Me desamarrei e comecei a sentir frio - acho que tirei o edredom.

Nos meus sonhos sempre consigo ter vontade própria, nunca escolho tema e cenário, mas se precisar ou querer correr, por exemplo, consigo. Faço até piadas com outros participantes, certa vez disse para um cachorro que sabia falar que ele só precisava latir e mais nada.

Mas nos meus sonhos, em especial o desta noite passada, constatei que detesto mesmo falta de educação. Nunca houve um mal educado sequer nos meus insights noturnos, inclusive o mal-feitor que me amarrava pedia com uma voz amiga para eu me comportasse fazendo o favor.

quinta-feira, agosto 03, 2006

Tons.

Elas não são loiras, morenas, asiáticas, negras ou mulatas. Elas são ruivas e lindas! Há tempos tenho esse sentimento. Ainda que de certa forma guardado, sim, o tenho comigo.

Em tempos de globalização, de tecnologia e informação instantânea no mundo inteiro, a palavra de ordem em qualquer área é SE DIFERENCIAR. Não interessa o que e nem quem, tem que ser diferente, fugir da mesmice. Se o universo fosse uma grande join-venture entre as empresas do mundo material e as do mundo espiritual, Deus como presidente desta imensa companhia universal explicaria – se é que Ele seria questionado sobre – que quando criou as ruivas, sua principal e feliz intenção foi fazer diferente, quase único. Sou capaz de arriscar que Deus fácil, fácil se tornaria um guru do universo, como vários best-sellers escritos a respeito do tema – acho q fora os livros, o resto Ele alcançou, viu.

Segundo a mais atualizada dermatologia, os tipos de pele estão classificados em 16 diferentes. Na minha opinião são 15 iguais e uma diferente, inclusive no tom de sua cor, onde todas têm o amarelo como base e somente as ruivas buscam no rosa, embora não seja uma cor primaria, para uma sua maravilhosa composição. Haja vista que ao sol, o “vermelhinho” dos pelinhos das ruivas é único, não há descolorante que alcance essa coloração.

Não que o diferente seja garantia de sucesso, beleza, virtude ou outras qualidades, mas no caso das ruivas que antagonicamente a tudo isso são absolutamente iguais a todas as outras mulheres, há algo sublime que nós mortais, muito mais “funcionários” das empresas do mundo material do que da espiritual, ainda não entendemos, apenas nos sentimos fortemente atraídos, cativados e interessados por elas.

Sobre aquela velha máxima que se Deus fez algo melhor que mulher, guardou para Ele, acho que se proceder, esse algo é ruiva!

Nota: Quando da escrita deste post, receioso não segui minha intuição e por isso não o publiquei. Hoje, onde muita coisa, ao menos para mim, fez mais sentido, entendo, inclusive, do porque minha linda amiga Stephanie ter o apelido de “Moranguinho”. Ela é ruiva, oras!