quinta-feira, junho 29, 2006

Vai ler um jornal, vai.

Recebi um link sensacional para a primeira página dos principais jornais do mundo – mas do mundo inteiro mesmo.

Basta clicar em cima da bolinha cor de abóbora e dentro da janela tem outro link para o site daquele jornal. Vale muito a pena ver.

quarta-feira, junho 28, 2006

Síndrome de Trautman.

Longe de mim ser um psicanalista, muito menos brincar de Freud. Não, não tenho essa estúpida pretensão. Mas em vista de muitas conversas que tenho com amigos e amigas, em diferentes situações, vejo o “medo” que as pessoas constroem diante do poder (ilusão) de outrem.

Essa síndrome é aplicável mais perfeitamente quando se trata de um mestre, pai ou professor com relação ao seu pupilo, diante do julgo de terceiros. Mas é possivelmente aplicável ao chefe mandão, ao avô grosseiro, ao juiz imperativo, ao delegado que grita e todas as suas versões femininas.

Rambo I – Programado Para Matar. A cena é a seguinte: em meio a uma floresta fria e úmida, Rambo está cercado por um batalhão de soldados treinados e fortemente armados em solo; por helicópteros com metralhadoras e miras super poderosas; tanques de guerra e caminhões de combate em todas as estradas de acesso e ainda policiais florestais com cães farejadores. E ele, Rambo, está dentro de uma caverna escura e cheia de ratos nesta folresta, armado apenas de sua tão falada faca – a faca do Rambo. No acampamento do exército, que conta com rádios comunicadores, radares e imagens enviadas por satélite, está o comandante da operação a captura daquele que foi programado para matar. Eis que ao adentrar no acampamento, um senhor claro, de olhos paternos, boina militar recostada na cabeça, é recebido pela seguinte indagação: -Vejam só quem está aqui, Coronel Trautman. Veio salvar seu homem? Respondendo ao comandante do exército, e também gerando a tal síndrome, diz: - Não vim salvar meu homem, vim salvar vocês!

Em suma, ninguém é tão poderoso assim, até mesmo em filmes como Rambo isso se torna hilário, improvável.

Portanto, se você tem um chefe chato e que se acha dono da empresa, não se deixe sofrer, ele é “poderoso” dentro da empresa e por um determinado tempo, só; em um supermercado, por exemplo, ele é tão consumidor comum quanto você e vice-versa. Se você tem um filho bom em alguma coisa, segura a sua onda, o mundo é muito grande. E se você se acha um Rambo, seja entre o sexo oposto, seja do dinheiro, etc., calma, a vida não é um filme.

PS: a cena acima relatada é mais cascante da história do cinema na minha opinião. Hahaha.

segunda-feira, junho 26, 2006

Mais morno que banho de neném.

Saíram os resultados do Festival Cannes Lions 2006. Vi muita coisa boa, mas nada que se diga puxa, que maravilha.

sexta-feira, junho 23, 2006

Ana Cristina

Muita gente acha que sou apaixonado pela Ana Cristina, mas na verdade sou apaixonado pela mãe dela!

Por várias vezes declarei esse amor, fosse no msn, fosse em emails.

Mas isso é só zoeira. Ana Cristina é o nome de uma música de uma dupla gaúcha formada por Hique Gomez e Nico Nicolaiewsky, que na verdade veio da Sbornia, uma ilha à deriva que não pertence a continente algum e possui um espetáculo chamado Tangos & Tragédias, onde representam Kraunus Sang e o maestro Plestkaya respectivamente.

O resto é história!

quarta-feira, junho 21, 2006

Miss(ion Hill)

Mission Hill é o nome de um bairro onde acontecem, ao mesmo tempo, as coisas mais loucas e cotidianas possíveis e é também o nome de um desenho, que na minha opinião está entre os melhores já produzidos.

Antes passava aos sábados a noite no SBT, hoje em dia somente em TV fechada tipo Teletoon do Canadá ou Cartoon Network americana ou então em DVD. Esse o desenho é do caralho!

Só para se ter uma idéia do naipe da coisa: é dos mesmo criadores dos Simpsons e o tema de abertura é obra do Cake, baita sonzera.

Pena que não passa mais na TV aberta.

terça-feira, junho 20, 2006

Só é preciso ter celular.

Ô loco meu, vai ficar aí só fazendo rebelião? Participe, compre o boletim de notícias pelo 88490 e responda quantas vezes o Brasil foi campeão da Copa do Mundo.

Então vamos lá para mais um sorteio da Promoção Seleção do Faustão e desta vez é um Ford Fiesta, o carro mais bonito da categoria:

E o sorteado é 11, final 71 e saiu para Marcos Camacho, Presidente Bernades – SP

É... tá todo mundo ganhando, basta ter celular e mandar seu torpedo!

quarta-feira, junho 14, 2006

Lembranças

Copa do Mundo me faz lembrar de muitas coisas. Lembro da galera se reunindo para assistir aos jogos, a cidade toda parada e também a festa depois de cada partida. Lembro da final de 2002 contra a Alemanha em que vencemos bonito; mas o que eu não esqueço é do Vampeta, com a camisa do Corinthians, descendo a rampa do Planalto rolando de bêbado.

Ontem foi a estréia do Brasil nesta Copa de 2006 e me lembrei de muita coisa novamente. Mas infelizmente, a minha maior lembrança foi o título de 94 – sofrido, castigado, tenso, retrancado e feio. Não à toa, a era Parreira e Zagallo está de volta.

Tomara que tenha sido apenas nervosismo e cautela do primeiro jogo e que esse ano não me faça lembrar o de 98, Copa que preferi esquecer.

terça-feira, junho 13, 2006

Viva o (de)Novo.

Copa do Mundo rolando e muita coisa na propaganda acontecendo, em especial na brasileira. Dia dos namorados, eleições e, claro, os grandes anunciantes aparecendo insistentemente na mídia.

Deveria fazer ao menos um comentário sobre os jogos da Copa, então pronto, vou fazer um: não vi até agora nenhum jogo bom.

Mas voltando aos grandes anunciantes, e como a competição está sendo realizada na Alemanha, tradicional reduto de grandes fabricantes de automóveis, falarei sobre a Ford. A montadora está com campanha, slogan e produto (Ford Fusion) novos. E novo também é o mote de sua campanha, como o slogan: Ford. Viva o Novo.

Diga-se, pesquisas mostram que os carros da Ford são bem aceitos, têm bom acabamento interno (diferente da concorrente VW que vem optando por fazer tudo de plástico), são considerados robustos e resistentes pelos mecânicos, entre outras qualidades. Mas não são líderes de venda em nenhuma categoria. Por quê?

Na minha visão, acredito estar parte do problema – ainda que a menor parte – na sua logomarca. Com tendências cada vez mais minimalistas, linhas retas, tipos tradicionais e simples, a Ford corre na contramão do resto do mundo e mantém o seu símbolo, por assim dizer, quase como um brasão de família, intocável.

É certo que outras montadoras também não venham renovando suas logomarcas ao longo dos anos, como fizeram (para citar dois exemplos) as fabricantes de artigos esportivos Nike e Adidas, onde uma se “limitou” apenas a uma asinha e a outra as suas três tirinhas e nada mais. Mas é certo também que o setor de artigos esportivos vem contratando, enquanto o automobilístico no mundo todo vem demitindo pessoal à rodo (exceção feita aos que se prepararam, investiram em seus produtos e também, acredito eu, na sua logomarca, como a Audi).

Tenho certeza que se o Henry Ford estivesse vivo não ficaria sonhando como aparece no comercial, ele realizaria o tal NOVO, inclusive com para sua logomarca.

Acho que aí sim, essa nova campanha faria mais sentido e a Ford poderia competir de frente como uma grande empresa no seu setor. A não ser que a Ford, assim como uma seleção que participa pela primeira vez de uma Copa do Mundo, sinta-se realizada em simplesmente participar e lutar para não perder de goleada.

NOTA: sinceramente, qual a diferença entre a Bia Falcão, a mulher que faz o comercial do Banco do Brasil e a Fernanda Montenegro? Mesma cara, tom de voz, jeito pausado de falar, expressão, olhar... Acho que está na hora de pararmos com essa coisa de “imortais”.

Em suma: Viva o (de)Novo.

sexta-feira, junho 09, 2006

Always look on the right side of life.

Copa do Mundo de 2006, para começar bem e relaxar, dá uma olhada nestas jogadas e veja, como disse uma amiga, porque somos os melhores do mundo.

Die Welt zu Gast bei Freunden.

Herzlichen Glückwunsch zur Weltmeisterschaft!

PS: Obrigado Maru pela força.

quinta-feira, junho 08, 2006

Somando mais um pouquinho.

Hoje, dia 8 de junho, a agência virou notícia e não foi em qualquer veículo não, foi no jornal Meio&Mensagem.
Acredito que assim, estamos no caminho certo. É, eu sei que vaidade e deslumbramento são perigosos, mas só por hoje vai?! Amanhã juro que nem toco neste assunto.

terça-feira, junho 06, 2006

Data vênia o escambau!

Uma frase muito usada antes somente para policiais e políticos, agora é também, ou vem sendo também, fortemente aplicada infelizmente aos advogados: “há profissionais bons e ruins”.

Anos atrás, Woody Allen disse: “Eu vejo catástrofes. Pior: eu vejo advogados”. Vá lá, isso poderia ser um desabafo pessoal por algum processo, provavelmente de separação litigiosa, que ele tenha perdido. Mas aos poucos essa citação vem apresentando indícios de verdadeira.

O que está acontecendo com os casos Pimenta Neves, Suzane e irmãos Cravinhos nos faz ter nojo desta tão nobre profissão. Diplomados em prol do crime – ou do abafamento deles – usando de manobras advocatícias em benefício de seus réus confessos. Ou então, como no caso do PCC, se rebaixando a meros pombos-correio, que como todo pombo é passarinho (na língua da bandidagem, passarinho quando vai preso morre). Isso não dá! Talvez esses profissionais aí sejam aqueles que cursaram direito apenas para usufruir daquele tão lendário dia em que os estudantes de advocacia vão a bares e não pagam a conta, fato que causa muita estranheza. Ou então aqueles que leram Machado de Assis, não pela riqueza de sua obra, mas para “aprender” a falar difícil.

Acredito que advogados não devam pautar suas carreiras como na cena de Match Point (para citar Woody Allen novamente) em que a bolinha de tênis bate na rede, sobe e desce lentamente e o lado da mesa em que ela cair será o da sorte. E a OAB vai ficar em cima da “rede” nessa?

Sei também que tudo isso é decorrência de leis mal feitas e de brechas que esses “espertos” se aproveitam, mas e os princípios pessoais? Ou tomamos uma atitude, a OAB tome uma posição mais contundente ou então seremos todos obrigados a ouvir destes aí de cima (literalmente de cima) o mesmo que disse o Fernando Collor: “saio incólume desta patuscada”.

Aos advogados sérios meus respeitos, mas essa situação toda só me deixa o sentimento de que neste país todos são inocentes até o próximo julgamento.

sexta-feira, junho 02, 2006

Ficou mais chato cortar cabelo.

Hoje de manhã fui cortar meu cabelo. Em outros tempos cortava o cabelo todo mês, sem faltar. Hoje em dia, já não é mais assim.

Como todo salão masculino tem adesivo de time de futebol pregado na parede, jornal de esporte espalhado pelas cadeiras e, claro, revistas masculinas, muito mais conhecidas neste ambiente como revistas de mulher pelada.

Há uma rotina a seguir: deve-se entrar, cumprimentar a todos, dar uma leve folheada no jornal de esportes, fazer alguns comentários sobre a roda de futebol e depois dedicar o restante da tosa capilar à revista de mulher pelada.

E hoje não foi diferente, ou melhor, foi. A rotina foi seguida à risca, mas como já vem acontecendo há tempos, a revista de mulher pelada - para não dizer a própria mulher pelada - ficou a desejar.

Nos tempos áureos, essas mulheres peladas eram a Tiazinha, Feiticeira, Scheila Carvalho, Sheila Mello, etc., a desta manhã foi uma “ex-bbb” (sim, isso identifica alguém: sou ex-bbb) que aparecia na dita cuja revista, revista essa que já não se via mais a chancela de assinante na capa, porque, segundo o seu Zé – dono do salão -, não compensa mais manter uma assinatura.

Para usar uma expressão mais adequada ao tema, digo que aqueles eram tempos em que se amarrava cachorro com lingüiça e talvez seja por isso que tenho demorado tanto entre um corte e outro.